A FÁBULA DA FORMIGA




Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial...

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

A Fênix




A fênix é um pássaro da mitologia grega, o mais belo de todos os animais fabulosos, e simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causava em outros animais, chegava a provocar a morte deles.

Segundo a lenda, apenas uma fénix podia viver de cada vez. Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.

Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípicia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.

Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.

Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.

A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.

http://br.geocities.com/xenafictions/mitlendadafenix.html

C4573L05 D3 4R314


Se você conseguir ler as primeiras palavras o cérebro decifrará automaticamente as outras...
Tenta decifrar o texto:


3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0
DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45
7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3
4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS
1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310
UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0
A UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0,
45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4
PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3
C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.
C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3
L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4
C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415
74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0
QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45
QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M
45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3
50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3
C4R1NH0. 0 R3570 3 F3170 D3 4R314.

Cidadãos do Século XXI - Protagonistas da Era Digital




Cibernética - Jamais houve fenômeno semelhante em toda a história da humanidade

Inevitável em nossos dias, a tecnologia nos convida para navegar em suas ondas de infinitas possibilidades: sons e cores nada menos atrativos, senão sedutores; até místicos. Não deixar-se levar por estas ondas é afogar-se no abismo da ignorância e, sem dúvidas, ser preterido por uma massa que avança rumo ao infinito.

Onde estão hoje, ou deveriam estar os métodos, os planos e currículos-padrão? Os sistemas que eternizam, ou tentavam eternizar os conteúdos, as lições? Ah! Os enlatados... Ai daquele que, ao menos, pensar que hoje pode aplicar com eficiência uma fórmula infalível em sala de aula. Aliás, a própria sala de aula já está deixando de ser um local sagrado para a aplicação da aprendizagem – um templo onde se ministra o saber. Eu me pergunto: - será que com a “educação no ar” em todo tempo, em todo lugar, faz-se necessário um ambiente quadrado (quatro paredes) para se efetivar um sistema educativo?

Uma revolução qual nunca houve na história da humanidade tem sido realidade em nossos dias. Revolução é revolução – nem sempre se sabe onde se vai chegar com a revolução. Tratando-se da evolução cibernética e a incógnita torna-se ainda mais misteriosa.

Já não é mais possível se pensar uma escola – ou sistema educativo – alheia a todo o avanço tecnológico disponível e evolutivo em nossos dias. Assim sendo, como elaborar currículos que condigam com esta avalanche de tecnologia? Vale lembrar aqui que não temos como nos livrar dela, descartá-la. Pois então: quem não pode com ela, junte-se a ela. Tornemos a tecnologia uma grande aliada na elaboração de currículos e planos educativos flexíveis, maleáveis; sempre abertos às novas possibilidades.

Não há expert que domine toda a inovação da tecnologia disponível à Humanidade nesses dias. Esta é um forte razão para não nos desesperarmos – somos todos eternos aprendizes. Nesta aventura de ensinar-aprender somos ao mesmo tempo protagonistas e coadjuvantes. Professores e alunos, num processo de interação contínua e produtiva navegam na mesma onda – surfam na rede – buscam e compartilham o saber da hora.

Objetivos? Saber tudo quanto seja útil ao cidadão da era digital. Encontrar em cliques as respostas mais eficientes ao questionamento intrínseco a todo ser humano: Quem sou eu? Qual o meu valor e missão neste mundo curioso?


Geraldo Gabliel