O Homem Biologicamente Ideal

Será que a Ciência apresentará à humanidade o Homem Perfeito? Um ser capaz de viver e conviver com os seus semelhantes pacifica e harmoniosamente - homem e natureza?
O homem - ser racional – se questiona, desde a antiguidade, sobre a origem e a evolução de sua própria espécie. Ao tomar a si mesmo como um objeto de estudo, busca todos os recursos disponíveis para entender sua própria existência e realidade. Como ser pensante e capaz de evoluir à medida que se torna um ser cognicente – conforme seus pensamentos e ações – determina seu comportamento em relação à Natureza, da qual faz parte e, em relação aos seus semelhantes.

A Neurociência tem buscado compreender onde esta a sede dos conhecimentos, desejos, motivos e ações que caracterizam cada ser. O cérebro humano – o organismo mais complexo estudado pelo homem – é, segundo a Ciência, o mecanismo vivo que capta e registra todas as informações e experiência individual humanas.

A antropologia se empenha em estudar o homem como um agente biológico e social na sua totalidade, capaz de influenciar e ser influenciado pelo meio em que vive. É notável que o homem tem desenvolvido um padrão de comportamento superior às demais espécies animais conhecidas – ainda que também sociáveis. Ao viver e conviver em sociedade desenvolveu a capacidade de registrar e transmitir seus conhecimentos às suas gerações sucessivas. A humanidade tem superado suas dificuldades de sobrevivência e dominado o planeta em que vive. Hoje, o espaço sideral é o fascínio da curiosidade humana.

Plotinus, já em seu tempo questionava: “O que sou eu?” e, permanece hoje a sugestão inscrita nos pórticos do Oráculo de Delfos “conhece-te a ti mesmo” – o mistério continua e o homem avança na busca de entender-se a si mesmo.

Que é o homem senão um ser que supera a si mesmo cada dia? Ainda que alguém nos recorde: “um humano, ser humano, pessoa, gente ou homem é um animal membro da espécie de primata bípede Homo sapiens, pertencente ao gênero Homo, família Hominidae” atribuindo uma origem símia à humanidade. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_sapiens).

O surgimento do homem biologicamente ideal tem sido a expectativa da Ciência para muito em breve – natural ou, biologicamente modificado? O intrigante, todavia, é que não há um modelo que sirva de referência aos cientistas, portanto, divagam em busca de elementos físicos, capacidade, pensamentos e atitudes que seriam a receita para se ´fabricar´ o homem ideal.

Geraldo Gabliel

(Texto parcial de um projeto de aulas na disciplina “Fazer Pedagógico” para a pós-graduação em Metodologia e Didática do Ensino Superior na Farol Faculdade de Rolim de Moura)

Boca que não beija...


O beijo, de Gustav Klimt
           
Entre tapas e beijos a gente vai levando a vida... ou, como alguns preferem: “- deixa a vida me levar...” Afinal, é de braços dados e mil amores com a vida é que vale a pena viver. E comemorando a vida... uma chuva de beijos.

Um, dois ou três?

Há poucos dias, num programa de televisão no Brasil, discutiam sobre com quantos beijos a gente deve cumprimentar ou despedir-se de outra pessoa – uma formalidade ou etiqueta social. E, deu o que falar... dependendo de onde você está, basta um único e breve beijo, ou dois, ou três... dependendo do lugar, um simples beijo já seria muita ousadia, anti-higiênico e politicamente incorreto.

Você já pensou? -Quem toma a iniciativa quando se está diante de alguém muito importante, uma autoridade?... Primeiro beijo à direita ou à esquerda?... E aos estrangeiros?... - Tá gripado? ... Não beije! Pra encurtar esta história aconselho: http://chic.ig.com.br/boa-vida/noticia/sao-um-dois-ou-tres-gloria-desvenda-a-misteriosa-etiqueta-do-cumprimento-com-ou-sem-beijinhos (ufa! Que link comprido!) Gloria Kalil pode lhe dar umas dicas. E, já passou o dia do beijo: 13 de abril... e veja isso: www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/06/O-beijo-Gustav-Klimt.jpg&imgrefurl=http://www.samshiraishi.com/beijos-no-dia-dos-namorados-euteamo ... algo ´científico´ sobre o beijo.

Uma coisa eu sei: bastou apenas um beijo para Judas entregar seu amigo Jesus aos soldados romanos e O levaram ao sacrifício. Amigo traíra!

Quando o beijo é mais romântico ou, até mesmo erótico: cuidado!

Sabe estas doenças com nomes terminados em ite? Estomatite, por exemplo – todas dizem algo sobre inflamação... causam dor.

A estomatite ( stoma – do grego, significa boca) pode ser transmitida pelo beijo na boca, contato direto com copos mal lavados ou usados por várias pessoas e batons utilizados entre amigas.

Estomatite é o nome que se dá para qualquer inflamação da boca ou gengivas e não tem nada a ver como o estômago (Inflamação do estômago é gastrite). Quando a estomatite está apenas nos lábios é chamada de queilite. E uma das estomatites mais comuns é o sapinho – manchas brancas, que se parecem nata de leite e aparecem em qualquer parte da boca. Suas causas: infecção viral, infecção bacteriana, infecção fúngica, trauma, sequidão, agentes tóxicos e irritantes, hipersensibilidade ou doenças auto-imunes.

Sendo uma das causas mais comuns da estomatite as infecções por vírus, esta se manifesta também como aftas na boca, gengiva, lábios e língua. As aftas são bolinhas de um líquido claro, que logo arrebentam, formando pequenas úlceras ou feridas dolorosas. O hálito fétido – bafo de onça - pode ocorrer devido a presença de lesão ulcerativa da mucosa oral – ou seja, uma estomatite.

Sabendo de tudo isso, é perfeitamente possível afirmar que alguém tenha desenvolvido um batom para estomatite, uma vez que esta enfermidade pode ser tratada de forma tópica. Já, usar uma medicação que se apresenta em forma de batom para tratar um mal do estômago é um tanto surreal – na boca do estômago ninguém usa batom!

Outra boca que não leva o brilho de batom é a boca da noite... e, já é noite.

Um big beijo e até nóis vê!

XX´s 4u!
Geraldo Gabliel

ggabliel@gmail.com

http://ggabliel3/blogspot.com




Plastinação de Corpos Humanos e Taxidermia


As imagens dizem por si mesmas... Impressionante!